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Uma cara na parede (ou Jorge Molder como peixe fora de água)

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Uma imagem gigante provoca quem passa e marca o arranque do LACS, um novo pólo empresarial que dará abrigo a industrias criativas. Ocupa um velho edifício situado na zona ribeirinha de Santos, em Lisboa.

Em conversa com o PÚBLICO na tarde em que a imagem de um homem a esticar a boca (ele próprio, embora “representando outro”) foi instalada no edifício do LACS, onde ficará exposta até ao final do ano, o artista confessa que o seu mundo é mais “interior”. “Sou uma pessoa que vive entre a parede e o livro, a parede interior. As paredes exteriores não são exactamente o meu aquário, mas aqui não consegui resistir: se se põe a hipótese de ver uma coisa que nunca vi, não consigo escolher não ver.”

Artigo publicado em Público

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