A ideia de que os espaços de trabalho flexíveis são apenas para freelancers e startups está a mudar. A nova forma de trabalho imposta pela pandemia causada pela Covid-19, veio revolucionar a forma como as grandes empresas, de diferentes áreas, olham para os seus espaços de trabalho.

Soluções-chave na mão, que integram espaços físicos para muitos colaboradores e trabalho remoto combinados, cumprimento de medidas de segurança, higiene e distanciamento, adicionando o networking, são o futuro normal. Esta forma de trabalhar, impulsionada por startups, empreendedores e freelancers está a espalhar-se cada vez mais para as médias e grandes empresas, que começam a perceber os benefícios de um espaço de trabalho partilhado e do trabalho flexível.

O fim das barreiras geográficas

Embora a tecnologia tenha permitido que mais pessoas trabalhem em casa, as empresas e os seus colaboradores rapidamente perceberam o valor e a necessidade de uma colaboração presencial.

É nos espaços de trabalho flexível que nasce esta sinergia: são espaços onde a colaboração, o networking, a partilha e a inovação são privilegiados. Afinal, não é estranho que num estudo recente da Inc., 84% dos coworkers entrevistados afirmem que se sentem mais motivados e dedicados num espaço de cowork.

O trabalho remoto não é uma novidade, mas muitas empresas não o tinham ainda adotado. A descoberta das vantagens deste modelo, permite ter a liberdade de escolher trabalhar na sede da empresa, num espaço de trabalho flexível ou em home office. É o início de um modelo combinado/híbrido, que fará parte das nossas vidas num futuro próximo e que é possível obter em espaços de trabalho flexíveis.

O espaço pensado para todos

Escritórios flexíveis, que possibilitem às empresas escolher a sua própria decoração e criar diferentes áreas que agradem a uma grande maioria dos seus colaboradores, para que cada um encontre o ambiente que mais se adapta ao seu perfil e necessidades, transformam-se em locais onde as pessoas estão focadas, onde há um alinhamento maior com os valores da empresa, um aumento do bem estar e dos níveis de produtividade, provando o importante papel entre o design e a psicologia.

Não é difícil, também, perceber a óbvia redução de custos organizacionais para as empresas. Os espaços de trabalho flexível incluem já internet, água e eletricidade na mensalidade, poupando desde o início nestes custos. Isto sem considerar a otimização dos gastos e das operações do dia-a-dia com a estrutura que ter um escritório convencional implica.

O incentivo ao consumo cultural

Para além da partilha e do networking diretamente associados a um espaço de trabalho flexível, há também o consumo cultural, promovido por muitos espaços que atrai público, visitantes, novas empresas e profissionais, permitindo que as empresas alcancem níveis de criatividade mais elevados.

Estas são apenas algumas das razões que estão a fazer grandes empresas mudarem-se para espaços de trabalho flexíveis e a previsão de crescimento dos mesmos é esperado atingir $11,52 bilhões em 2023.

14 jul

Os espaços de trabalho flexíveis já não são só para startups

Outras Notícias

Captura De Ecrã 2022 03 17, Às 17.10

À conversa com… os membros do LACS

Saiba mais
D50 0191

Trabalhar no escritório… Mas só de vez em quando

Saiba mais
Captura De Ecrã 2022 02 01, Às 16.46

No Dia dos Namorados, o LACS organiza um speed date entre startups e potenciais parceiros

Saiba mais
Whatsapp Image 2021 12 09 At 11.34

LACS está na COMIC CON PORTUGAL, O MAIOR EVENTO DE CULTURA POP EM PORTUGAL

Saiba mais