Não é novidade para ninguém que a natureza do trabalho está a mudar. O que está a ser chamado de Indústria 4.0 ou a 4ª Revolução Industrial, está bem encaminhado e deve inaugurar uma era de automação ainda maior, impulsionada por dados, inteligência artificial e aprendizagem de maquinaria. Estes novos usos da tecnologia já estão a alterar a forma como os humanos trabalham e os papéis que precisam de assumir.

O Fórum Económico Mundial (FEM) considera que hoje em dias as crianças nas escolas estão a ser preparadas para trabalhos que ainda não existem, então, o que é que os profissionais, que já iniciaram as suas carreiras e deixaram a educação formal para trás, fazem para acompanhar o ritmo dessas mudanças não perdendo a sua capacidade de empregabilidade?

 

Necessidades de mudança exigem novas habilidades
As empresas já estão a discutir como contratar os trabalhadores certos para os novos e mutáveis ​​postos de trabalho que estão a surgir. A resposta a essas dificuldades, pelo menos parte, está nos seus atuais funcionários que estão constantemente a adaptar-se à mudança, aprendendo novas skills e com vontade de assumir novas responsabilidades após a formação.

O relatório do “Future of Jobs” do FEM observou que, “em todos os setores, cerca de dois terços dos entrevistados demonstram intenções em investir na requalificação de funcionários atuais como parte da sua gestão de mudança e planeamento futuro”, significando que a maioria dos empregadores está ciente das suas necessidades de mudança e planeia requalificar os seus trabalhadores de acordo com essa mudança. Os funcionários também têm noção das alterações que estão a decorrer. Um estudo do Pew Research Center nos EUA mostrou que 54% dos trabalhadores entrevistados consideravam que desenvolver novas habilidades e formações ao longo das suas carreiras era essencial para acompanhar as mudanças no ambiente de trabalho.

É essencial ter uma vontade de aprendizagem ao longo da vida

Está claro, agora mais do que nunca, que a aprendizagem ao longo da vida já não é opcional. Obtenção de novos conhecimentos e novas competências tem de estar incorporado em cada etapa profissional, e a disposição e a vontade de aprender o necessário para ter sucesso num cenário profissional em constante mudança são essenciais. Destacar-se no trabalho não é apenas fazê-lo bem hoje, mas também aprender como fazê-lo bem amanhã.


O LACS e a Fábrica de Startups inspiram funcionários a reaprender

Com uma forte compreensão do ritmo acelerado das mudanças no local de trabalho, o LACS fez uma parceria com a incubadora de inovação Fábrica de Startups para lançar o LACS Labs Powered by Fábrica de Startups. O programa está focado em desafiar as empresas e os indivíduos a criar novas ideias de negócios. Essas novas ideias passarão por um processo de seleção e as melhores passarão por um processo, usando as metodologias “FastIdea” e “FastStart”, seguidas por um estágio de aceleração de 6 a 12 meses para as ideias que aqui consigam chegar. “Para além de incentivar as relações entre empreendedores e empresas inovadoras, queremos assumir uma posição de liderança na promoção da inovação em Portugal”, afirma Dulce Martinho, Diretora Geral do LACS,
"Faz parte do nosso ADN criar ecossistemas dinâmicos e criativos e queremos que as empresas estabeleçam ciclos de inovação mais ágeis e rápidos através deste programa". Além de ajudar as empresas a desenvolver ideias de negócios inovadoras e sustentáveis, o LACS Labs Powered by Fábrica de Startups também tem como objetivo fornecer às pessoas as competências necessárias para os seus cargos em evolução.

11 jun

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